Para muitas escolas Waldorf, a palavra “marketing” soa estranha.
Não por desconhecimento, mas por experiência.
Ao longo dos anos, o marketing foi associado a práticas que pouco dialogam com o universo educacional: excesso de exposição, promessas vazias, linguagem genérica, pressa por resultado e uma estética que não respeita o ritmo da infância nem a cultura da escola.
Quando esse desconforto aparece, ele não é resistência ao novo.
É cuidado com a identidade.
Existe um medo real por trás dessa rejeição: o receio de que, ao “fazer marketing”, a escola se descaracterize, banalize sua proposta pedagógica ou se torne algo que não reconhece como próprio.
Esse medo é legítimo.
E precisa ser nomeado antes de qualquer explicação.